Câmara de Reguengos de Monsaraz abre Gabinete de Apoio ao Agricultor

O Município de Reguengos de Monsaraz anunciou a abertura do “Gabinete de Apoio ao Agricultor” no edifício dos Paços do Concelho. Este espaço vai começar a funcionar no dia 9 de Fevereiro, através de uma parceria com a Associação Monte – ACE, entidade que vai prestar o apoio técnico e o atendimento aos agricultores do concelho.

O “Gabinete de Apoio ao Agricultor” vai estar a funcionar na primeira e na terceira sexta-feira de cada mês, entre as 10h00 e as 12h30. Segundo a autarquia, este espaço permitirá «esclarecer e ajudar os profissionais sobre os temas relacionados com o sector, acompanhar a execução dos projectos do Programa de Desenvolvimento Rural 2020 e realizar sessões de esclarecimento», servindo também para divulgar os avisos de candidaturas abertas para execução do Programa de Desenvolvimento Rural 2020 e do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC).

«O Gabinete de Apoio aos Agricultor é fundamental para apoiar os agricultores nos seus negócios, para que beneficiem dos apoios nacionais e comunitários e obtenham maiores proveitos da sua actividade», afirma Marta Prates, presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. «Face à conjuntura actual, em que se verifica uma grande desorganização no Ministério da Agricultura na programação do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum, a falta de competitividade dos agricultores portugueses no mercado europeu devido à Política Agrícola Comum e um enorme descontentamento dos profissionais do sector por causa da insuficiência e dos atrasos nos apoios para compensar as quebras de produção e os efeitos negativos da seca prolongada, este gabinete vai certamente prestar um grande apoio aos agricultores do concelho», refere a autarca.

O município assinala que a agricultura no concelho de Reguengos de Monsaraz se baseia no olival e, principalmente, na vinha, pois «tem a mais extensa sub-região vitivinícola do Alentejo, com cerca de 4.000 hectares de vinha e 11 produtores de vinho, que produzem dezenas de milhões de litros de vinho todos os anos». Esta sub-região «é também a que está mais fragmentada, com pequenas áreas de vinha e centenas de pessoas que cultivam a terra e vendem as uvas para os principais produtores de vinho do concelho», conclui a edilidade.

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