Projecto H2Oliva realiza 2.ª sessão de capacitação a 13 e 20 de Julho

No âmbito do curso de capacitação desenvolvido pelo projecto H2Oliva, a segunda sessão de capacitação vai ter lugar no dia 13 de Julho, em Santarém, e no dia 20 de Julho, na Vidigueira. Após uma primeira sessão, realizada em Abril nas duas localizações referidos e subordinada ao tema “A relação solo/água”, esta segunda sessão do curso – dividido em três sessões «complementares» – é dedicada ao tema “Gestão de rega”.

A participação neste evento é gratuita, mas exige inscrição, que está limitada a 50 participantes por localização e que pode ser efectuada aqui. A terceira sessão, a realizar também nas duas localizações, em Dezembro (em data a anunciar), servirá para balanço final da campanha.

O projecto H2Oliva «pretende capacitar os olivicultores para uma gestão de rega mais eficiente», através da «promoção e demonstração de práticas de gestão de rega, com o apoio das tecnologias de monitorização», e tem como principal objectivo «a transferência de conhecimento e capacitação dos agricultores para a realização de práticas de rega mais eficientes, com o apoio das tecnologias de monitorização actualmente existentes», refere a organização, acrescentando que se perspectiva «um aumento da eficiência de uso de água entre 20% a 30%». Este projecto conta com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian– no âmbito de um concurso de apoio à demonstração na gestão da água da rega, que visa a valorização da água no sector agroalimentar – e foi desenvolvido em co-promoção pela Escola Superior Agrária de Santarém (entidade líder), pela TerraPro, pela Casa Relvas, pela Associação de Agricultores dos Ribatejo, pelo agrupamento de produtores Azeitonices.

Os promotores do projecto H2Oliva realçam que «a escassez de água é um problema crescente e que está na ordem do dia, influenciando fortemente o sector agrícola», referindo também que «a implementação de medidas de uso eficiente de água são uma realidade no sector agrícola e a vulnerabilidade decorrente dos cenários de alterações climáticas torna este desafio ainda mais ambicioso». «Na região do Alentejo a cultura do olival consome, em média, cerca de 2.750 m3/ha de água, representando um consumo anual de 575 milhões de m3 de água. No campo demonstrador, onde se encontram implementadas boas práticas de gestão de rega há vários anos, será possível observar o resultado do uso das tecnologias de monitorização e serviços de aconselhamento existentes. Sendo ainda possível acompanhar todo o itinerário de introdução das tecnologias de monitorização e serviços de aconselhamento de rega nos produtores trainees», assinalam ainda.

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