Lusoflora 2026 aborda impacto das alterações climáticas na produção ornamental

A 37.ª edição da Lusoflora – Feira Internacional de Plantas e Flores, Tecnologia e Jardinagem terá lugar nos dias 26 e 27 de Fevereiro, no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA), em Santarém. Este certame é organizado anualmente pela Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais (APPPFN) e o mote desta edição é “Cultivando o futuro – As plantas ornamentais e o clima em transformação”.

A APPPFN sublinha que a edição de 2026 da Lusoflora «terá como foco as alterações climáticas e o seu impacto no sector ornamental», «será uma oportunidade única para apresentar e conhecer soluções que contribuem para o futuro mais sustentável desta actividade económica» e consistirá em «dois dias de partilha, conhecimento, inovação e networking». A associação – que realça que, «em 2026, prosseguimos com o nosso compromisso: “Juntos por um futuro mais verde”» – refere ainda que já está disponível no seu site a ficha de inscrição de expositor, para as empresas interessadas, e o convite profissional, «que garante acesso exclusivo ao evento».

A Lusoflora 2026 vai decorrer entre as 10h00 e as 18h00, com um espaço de exposição de produtos e serviços relacionados com o sector das flores e plantas ornamentais, abrangendo produção ornamental, jardinagem e paisagismo. Devido a obras no CNEMA, o evento irá decorrer este ano no Pavilhão A, e não no habitual Pavilhão B.

O certame contará também, ao longo dos dois dias, com um colóquio subordinado ao mote do certame, o qual visa ser «um evento único dedicado à reflexão sobre os desafios e as oportunidades que as alterações climáticas apresentam à gestão dos espaços verdes, ao ambiente e à produção ornamental em Portugal», explica a organização. Para o colóquio, estão já previstas, entre outras, as seguintes palestras:

• “Clima em mudança, agricultura em transição: desafios para as cadeias de valor agrário em Portugal” – João Carlos Andrade Santos, Centro de Investigação e Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB); 26 de Fevereiro;

• “Combate às Alterações Climáticas através das Coberturas Verdes” – José Ávila e Sousa, Associação Nacional de Coberturas Verdes (ANCV); 26 de Fevereiro;

• “Sustentabilidade como vantagem competitiva: ESG, inovação e financiamento verde” – Filipe Poço;

• “Resiliência face às alterações climáticas – O trabalho desenvolvido no Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED)” – Fátima Batista;

• “Protecção das plantas ornamentais num clima em transformação“ – Leonor Cruz, investigadora auxiliar e responsável pelo Laboratório de Fitobacteriologia do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV);

• “Sustentabilidade e clima“ – Filipe Duarte Santos, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS); 26 de Fevereiro.

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