O Grupo Mosqueteiros anunciou a 13 de Fevereiro que, através da sua insígnia Intermarché, «decidiu implementar uma medida excepcional de apoio aos seus parceiros da produção nacional, antecipando pagamentos no valor aproximado de 9 milhões de euros». Esta decisão surge «no actual contexto de adversidade climatérica que tem afectado significativamente a actividade agrícola em Portugal» e «traduz-se na redução temporária dos prazos de pagamento aos produtores integrados no Programa Origens, permitindo reforçar a liquidez e a tesouraria das empresas num momento particularmente desafiante para o sector primário», explica a entidade.
Segundo o Grupo Mosqueteiros (grupo de distribuição multi-insígnia, que opera em quatro países europeus: Portugal, França, Polónia e Bélgica), «esta medida extraordinária entra em vigor de imediato e pretende mitigar o impacto provocado pelos sucessivos fenómenos climatéricos extremos que têm atingido o país nas últimas semanas». «Com esta decisão, o Grupo Mosqueteiros reafirma a sua estratégia de proximidade e solidariedade com os produtores nacionais, pilares estruturantes da sua actuação em Portugal há mais de três décadas. Através do Programa Origens, que envolve actualmente 525 produtores e mais de 50.000 toneladas de produtos, o Grupo tem vindo a promover o desenvolvimento do património agrícola e gastronómico nacional, valorizando cadeias curtas, produção local e relações duradouras com os seus parceiros», declara a entidade.
A propósito desta decisão, Paulo Mendes, presidente do Grupo Mosqueteiros, afirma que, «enquanto grupo de empresários independentes, profundamente ligados aos territórios onde operamos, sentimos a responsabilidade de agir quando os nossos parceiros mais precisam», acrescentando que «esta antecipação de pagamentos é uma medida concreta de apoio à produção nacional e uma forma de reforçar o nosso compromisso com quem trabalha diariamente para garantir alimentos de qualidade aos consumidores». A entidade assinala que «esta medida insere-se na missão do Grupo Mosqueteiros de “melhorar a qualidade de vida diária, combatendo tudo o que é caro”, apoiando simultaneamente o tecido produtivo nacional e contribuindo para a sustentabilidade económica das comunidades onde está presente».