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	<title>Arquivo de Agro-Negócio - FLFRevista</title>
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	<title>Arquivo de Agro-Negócio - FLFRevista</title>
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	<item>
		<title>CBRE assessorou venda de activo agrícola com 400 hectares no perímetro de Alqueva</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/cbre-assessorou-venda-de-activo-agricola-com-400-hectares-no-perimetro-de-alqueva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 05:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CBRE, empresa de consultoria e serviços imobiliários, anunciou ter assessorado a venda da sociedade proprietária de um activo agrícola com aproximadamente 400 hectares, localizado em Faro do Alentejo (Beja), à Van Lanschot Kempen, um investidor institucional internacional especializado em estratégias de capital natural e activos reais. Segundo a consultora, trata-se de uma exploração olivícola [&#8230;]</p>
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<p>A CBRE, empresa de consultoria e serviços imobiliários, anunciou ter assessorado a venda da sociedade proprietária de um activo agrícola com aproximadamente 400 hectares, localizado em Faro do Alentejo (Beja), à Van Lanschot Kempen, um investidor institucional internacional especializado em estratégias de capital natural e activos reais. Segundo a consultora, trata-se de uma exploração olivícola de regadio inserida no perímetro de rega do Alqueva, que «irá centrar-se no cultivo de azeitonas de elevada qualidade destinadas à produção de azeite virgem extra».</p>



<p>A CBRE indica que a «localização estratégica», aliada à disponibilidade de água e à sua escala, «torna este activo particularmente atractivo para estratégias institucionais, focadas na preservação de capital, estabilidade de rendimentos e sustentabilidade a longo prazo». A CBRE actuou como assessor principal na venda, sendo responsável pela condução do processo e pela coordenação de uma equipa multidisciplinar, apoiada na sua plataforma ibérica e na sua especialização em <em>agribusiness</em>.</p>



<p>De acordo com Richard Jacobs, Head of Farmland Investments da Van Lanschot Kempen Investment Management, «esta operação reforça a nossa plataforma Rio de Azeite e permite-nos aplicar práticas agrícolas regenerativas e ambientalmente responsáveis, de acordo com um modelo de investimento que privilegia a sustentabilidade, o impacto ambiental e a resiliência produtiva». Para Manuel Valadas Albuquerque, Head of Agribusiness para o Sul da Europa na CBRE, «esta operação evidencia a maturidade que o <em>agribusiness</em> ibérico está a alcançar enquanto destino de capital institucional. A combinação de activos agrícolas de elevada qualidade, infraestruturas de regadio consolidadas, como o Alqueva, e uma clara orientação para a sustentabilidade posiciona a Península Ibérica na linha da frente a nível internacional para investidores especializados em capital natural, e, também, cada vez mais, para investidores generalistas».</p>



<p>A CBRE explica que, em 2025, a Península Ibérica registou 1,2 mil milhões de euros de investimento institucional no <em>agribusiness</em>, um aumento de 50% face a 2024 (tinha alcançado 1,2 mil milhões de euros em 2022 e 2,2 mil milhões de euros em 2023). O mercado foi liderado por transacções de compra e venda de terrenos (cerca de 600 milhões de euros), enquanto estruturas de dívida e refinanciamento atingiram 300 M€ e as operações de fusões e aquisições (M&amp;A) totalizaram 300 M€.</p>
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		<title>Linde Material Handling lança novos modelos de empilhadores eléctricos</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/linde-material-handling-lanca-novos-modelos-de-empilhadores-electricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 03:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Linde Material Handling (MH), empresa de intralogística e especialista em soluções para movimentação de materiais, anunciou o lançamento da nova série Linde Ei, composta por empilhadores eléctricos contrabalançados com bateria de iões de lítio permanentemente integrada. Esta nova série Linde Ei já está disponível para venda e aluguer em Portugal e os novos modelos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Linde Material Handling (MH), empresa de intralogística e especialista em soluções para movimentação de materiais, anunciou o lançamento da nova série Linde Ei, composta por empilhadores eléctricos contrabalançados com bateria de iões de lítio permanentemente integrada. Esta nova série Linde Ei já está disponível para venda e aluguer em Portugal e os novos modelos estão disponíveis em versões de três e quatro rodas, com capacidades de carga entre 1,4 e 2,0 toneladas.</p>



<p>A empresa indica que, como os novos modelos contam com um «novo conceito energético, assente numa bateria de iões de lítio integrada», estes «oferecem níveis acrescidos de conforto, segurança e ergonomia» – nomeadamente, «maior conforto para o operador e flexibilidade para operações intralogísticas ligeiras e médias». Segundo a Linde MH, os novos empilhadores eléctricos Linde Ei14 a Ei20 «foram desenvolvidos para aplicações ligeiras a médias, em operações de um ou dois turnos, e podem operar a temperaturas até -20 ºC», pelo que se apresentam como «uma alternativa económica e ergonómica para empresas que, até agora, usavam empilhadores eléctricos com baterias de chumbo-ácido nas suas operações intralogísticas».</p>



<p>A empresa explica que «os empilhadores equipados com baterias de iões de lítio integradas podem ser carregados durante a operação (por exemplo, durante pausas)», acrescentando que «estas baterias não requerem manutenção e não libertam gases durante o carregamento, eliminando a necessidade de uma sala de carregamento separada e ventilada», o que «permite libertar espaço para outras utilizações». «Outro dos benefícios é que deixa de ser necessário monitorizar constantemente o nível de ácido da bateria ou acrescentar água. O carregador <em>onboard</em> opcional aumenta ainda mais a flexibilidade operacional, uma vez que pode ser usado em qualquer tomada <em>standard</em>», refere a Linde MH.</p>



<p>A empresa assinala também que o recurso à bateria de iões de lítio integrada permitiu eliminar o compartimento tradicional da bateria e «aumentar em 35% o espaço disponível» na cabina para as pernas do operador, uma configuração que proporciona «uma posição de condução mais relaxada ao longo do dia de trabalho». O degrau de acesso está localizado a apenas 40 centímetros do solo, «tornando a entrada e saída do veículo mais confortável», diz.</p>



<p>A Linde MH destaca igualmente que os modelos com bateria integrada estão equipados com um sistema de tracção de 48 volts e motores assíncronos sem manutenção, uma configuração que «garante a potência necessária para responder a uma ampla variedade de tarefas». A empresa sublinha também que, «graças à direcção pivotante na versão de três rodas, ou ao eixo de direcção combinado Linde na versão de quatro rodas, bem como às suas dimensões compactas, estes empilhadores asseguram um elevado desempenho de movimentação, mesmo em espaços reduzidos».</p>



<p>Na vertente da segurança, «o <em>design</em> estreito do mastro oferece uma excelente visibilidade em todas as direcções, enquanto os sistemas de assistência integrados de série contribuem para uma maior estabilidade», destaca a Linde MH. Entre estes sistemas figuram o Linde Curve Assist (que «ajusta de forma automática a velocidade em curva com base no ângulo de direcção»), o Linde Load Assist (que «utiliza sensores de pressão e um indicador de altura de elevação para controlar as funções de inclinação, elevação e deslocação, ajudando a prevenir acidentes por tombamento»). É possível ter níveis adicionais de segurança através dos sistemas de assistência opcionais: Linde Speed Assist («que ajusta a velocidade ao entrar em armazéns»), Linde Safety Pilot (para monitorização da carga) e Linde Safety Guard («com zonas de aviso»). Os modelos Linde Ei14 a Ei20 disponibilizam várias funcionalidades digitais. Por exemplo, «com a unidade opcional de transmissão de dados, as horas de operação e os códigos de erro podem ser transmitidos sem fios e de forma segura para aplicações de gestão de frotas ou de assistência técnica», realça a empresa. As actualizações do sistema e funcionalidades adicionais do veículo «podem também ser activadas através de actualizações de <em>software</em><em>over-the-air</em>», informa a Linde MH.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fitosistema anuncia novas funcionalidades para Naturalis</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/fitosistema-anuncia-novas-funcionalidades-para-naturalis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 01:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa Fitosistema anunciou que a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) autorizou para Portugal novas finalidades para o insecticida/acaricida microbiológico Naturalis. Assim, este produto pode ser aplicado para controlo de ácaros, tripes, mosca-branca, alfinetes (Agriotes sp.) e pequenos afídeos em hortícolas e ornamentais. Em vinha, o Naturalis é aplicável para controlo de cicadelídeos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>A empresa Fitosistema anunciou que a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) autorizou para Portugal novas finalidades para o insecticida/acaricida microbiológico Naturalis. Assim, este produto pode ser aplicado para controlo de ácaros, tripes, mosca-branca, alfinetes (Agriotes sp.) e pequenos afídeos em hortícolas e ornamentais.</p>



<p>Em vinha, o Naturalis é aplicável para controlo de cicadelídeos, cochonilha-algodão, tripes e ácaros. Em fruteiras, a sua aplicação abrange ácaros, tripes, pulgão-lanígero, psila-da-pereira, cicadelídeos, percevejo-asiático e gorgulho-da-bananeira.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="871" height="696" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-42078" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-2.png 871w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-2-300x240.png 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-2-768x614.png 768w" sizes="(max-width: 871px) 100vw, 871px" /></figure></div>


<p>Segundo a Fitosistema, o Naturalis é um insecticida/acaricida microbiológico autorizado para o Modo de Produção Biológico, à base de esporos do fungo <em>Beauveria</em> <em>bassiana</em> estirpe ATCC 74040, e a sua formulação – uma dispersão em óleo (OD) – «foi desenvolvida para garantir a preservação prolongada dos esporos e a capacidade de germinação, bem como optimizar a aplicação no campo». A empresa explica que este produto «actua através de dois modos de acção complementares: por contacto no controlo de diversas pragas e por dissuasão da ovoposição das moscas da fruta».</p>



<p>«No modo de acção de contacto, os conídios (esporos) da <em>Beauveria</em> <em>bassiana</em> aderem à cutícula dos insectos, germinam e emitem tubos germinativos que penetram na cutícula das pragas. O fungo invade os tecidos do hospedeiro e produz metabolitos tóxicos que conduzem à sua morte. Posteriormente, o micélio emerge da cutícula e liberta novos conídios, transformando os cadáveres mumificados numa fonte de infecção secundária e potenciando o efeito de controlo», indica a Fitosistema. No caso do modo de acção dissuasor, «os esporos da estirpe ATCC 74040 da <em>Beauveria</em> <em>bassiana</em> presente no Naturalis têm duas proteínas capazes de criar um biofilme hidrofóbico na superfície dos frutos, inibindo a ovoposição das moscas da família <em>Tephritidae</em>. Espécies como <em>Bactrocera</em> <em>oleae</em> (mosca-da-azeitona), <em>Ceratitis</em> <em>capitata</em> (mosca-do-Mediterrâneo) e <em>Rhagoletis</em> <em>cerasi</em> (mosca-da-cereja) deixam de reconhecer a superfície dos frutos como adequados para fazerem as posturas, reduzindo significativamente os estragos na cultura», relata a empresa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="829" height="409" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png" alt="" class="wp-image-42079" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png 829w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-3-300x148.png 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-3-768x379.png 768w" sizes="(max-width: 829px) 100vw, 829px" /></figure></div>


<p>De acordo com a Fitosistema, «o Naturalis deve ser aplicado preventivamente, pois não tem efeito de choque», «aconselha-se a aplicação com níveis baixos de infestação, ao aparecimento da praga», e «recomenda-se sempre no mínimo duas a três aplicações espaçadas de sete dias, com um bom volume de calda». «Caso a pressão da praga seja alta, recomenda-se a mistura com um insecticida/acaricida de choque, na primeira aplicação. Apesar dos esporos do Naturalis terem uma persistência de 10-15 dias, recomenda-se um intervalo entre aplicações mais curto, para acompanhar os crescimentos vegetativos e dos frutos, de forma a garantir que a carga de esporos se mantenha alta e cubra toda a superfície», detalha a empresa, acrescentando que, no caso de misturas, se deve «consultar a tabela de compatibilidades, com especial atenção à mistura com fungicidas».</p>



<p>A Fitosistema afirma que, «no sector agrícola, a confiança conquista-se com resultados consistentes», salientando que este produto tem vindo a «dar provas reais e concretas em campo nos últimos anos no controlo de várias pragas», que, neste contexto, «tem vindo a ganhar a confiança dos seus aplicadores» e que prova que «é possível aliar soluções biológicas e sustentáveis com eficácia e rentabilidade». A empresa sublinha ainda que o Naturalis «é um produto sem LMR definido», é «uma ferramenta fundamental para os produtores na gestão de resíduos no produto final», «é seguro para a fauna auxiliar e para os polinizadores» e «evita a ocorrência de fenómenos de resistência das pragas».</p>



<p>Este produto foi desenvolvido pela empresa italiana CBC e é representado no mercado nacional pela Fitosistema. Pode consultar <a href="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/Ficha_Tecnica_Naturalis.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> a ficha técnica do Naturalis, pode aceder <a href="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/FITOSISTEMA_Compatibilidades_NATURALIS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> à tabela de compatibilidades e encontra <a href="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/FITOSISTEMA_Naturalis_Folheto.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> mais dados sobre este insecticida/acaricida microbiológico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="339" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x339.png" alt="" class="wp-image-42077" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x339.png 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1-300x99.png 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1-768x254.png 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1536x509.png 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/image-1.png 1778w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Publirreportagem: «Seithor chega a Portugal para cobrir uma necessidade crítica face à escassez de alternativas»</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/publirreportagem-seithor-chega-a-portugal-para-cobrir-uma-necessidade-critica-face-a-escassez-de-alternativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque...]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falámos com Pedro Sapata, Business Development Manager da Seipasa em Portugal, sobre o impacto e a tecnologia por trás deste inovador herbicida de origem natural. A agricultura portuguesa encontra-se num momento de transformação profunda. Com a retirada gradual de substâncias ativas de síntese química, a incerteza na renovação do glifosato em 2033 e uma crescente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Falámos com Pedro Sapata, Business Development Manager da Seipasa em Portugal, sobre o impacto e a tecnologia por trás deste inovador herbicida de origem natural. A agricultura portuguesa encontra-se num momento de transformação profunda. Com a retirada gradual de substâncias ativas de síntese química, a incerteza na renovação do glifosato em 2033 e uma crescente sensibilidade pela saúde dos solos, a chegada de soluções como o herbicida Seithor da Seipasa é um marco na gestão de infestantes.</p>



<p>Leia o artigo completo, <a href="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/pg-20-21_publirreportagem_Seipasa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt/publirreportagem-seithor-chega-a-portugal-para-cobrir-uma-necessidade-critica-face-a-escassez-de-alternativas/">Publirreportagem: «Seithor chega a Portugal para cobrir uma necessidade crítica face à escassez de alternativas»</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt">FLFRevista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Publirreportagem: Novas variedades de cenoura &#8211; genética ao serviço da rentabilidade</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/publirreportagem-novas-variedades-de-cenoura-genetica-ao-servico-da-rentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque...]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num setor pressionado pelo aumento dos custos e pelos desafios fitossanitários, a inovação varietal assume um papel determinante. A Vilmorin_Mikado aposta em novas soluções adaptadas aos diferentes ciclos de produção, com foco na resiliência, produtividade e eficiência no campo. Leia o artigo completo aqui.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt/publirreportagem-novas-variedades-de-cenoura-genetica-ao-servico-da-rentabilidade/">Publirreportagem: Novas variedades de cenoura &#8211; genética ao serviço da rentabilidade</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt">FLFRevista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num setor pressionado pelo aumento dos custos e pelos desafios fitossanitários, a inovação varietal assume um papel determinante. A Vilmorin_Mikado aposta em novas soluções adaptadas aos diferentes ciclos de produção, com foco na resiliência, produtividade e eficiência no campo.</p>



<p>Leia o artigo completo <a href="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/05/FLF-273_publirreportagem_Vilmorin.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt/publirreportagem-novas-variedades-de-cenoura-genetica-ao-servico-da-rentabilidade/">Publirreportagem: Novas variedades de cenoura &#8211; genética ao serviço da rentabilidade</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt">FLFRevista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Frutas, Legumes e Flores e Centro de Frutologia Compal promovem Sessão de Esclarecimento sobre a Academia 2026</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/frutas-legumes-e-flores-e-centro-de-frutologia-compal-promovem-sessao-de-esclarecimento-sobre-a-academia-2026-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque...]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frutas, Legumes e Flores e o Centro de Frutologia Compal vão promover no próximo dia 20 de Maio, pelas 17h00, uma sessão de esclarecimento online para clarificar todas as dúvidas sobre a participação na Academia 2026. Durante a sessão, iremos esclarecer pontos como os critérios de candidatura, o funcionamento da formação, bem como o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt/frutas-legumes-e-flores-e-centro-de-frutologia-compal-promovem-sessao-de-esclarecimento-sobre-a-academia-2026-2/">Frutas, Legumes e Flores e Centro de Frutologia Compal promovem Sessão de Esclarecimento sobre a Academia 2026</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt">FLFRevista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Frutas, Legumes e Flores e o Centro de Frutologia Compal vão promover no próximo dia 20 de Maio, pelas 17h00, uma sessão de esclarecimento online para clarificar todas as dúvidas sobre a participação na Academia 2026.</p>



<p>Durante a sessão, iremos esclarecer pontos como os critérios de candidatura, o funcionamento da formação, bem como o impacto que a participação pode ter no seu negócio.</p>



<p>Esta sessão insere-se no âmbito das candidaturas à 13.ª edição da Academia do Centro de Frutologia Compal, que decorrem até 1 de Junho. Este é um programa de referência no apoio ao empreendedorismo agrícola em Portugal, que tem como objectivo apoiar produtores e empresários frutícolas na instalação, reconversão ou expansão das suas explorações frutícolas. A Academia oferece anualmente formação intensiva, networking estratégico no sector e 60.000€ em bolsas.</p>



<p>Desde 2012, a Academia já formou mais de 140 empreendedores e distribuiu 690.000€ em bolsas, com impacto directo em dezenas de projectos agrícolas por todo o país. Em 2026, serão seleccionados 12 empreendedores para participar num programa formativo com cerca de 70 horas dedicadas a temas como fruticultura, gestão agrícola, marketing, sustentabilidade e inteligência artificial.</p>



<p>Os três projectos mais promissores receberão, no final do programa, uma bolsa de 20.000€ cada.</p>



<p>A sessão do dia 20 de Maio será uma oportunidade para conhecer melhor o programa, esclarecer dúvidas sobre critérios de candidatura e perceber como esta experiência pode contribuir para o seu negócio agrícola.</p>



<p>Não perca esta oportunidade. Inscreva-se.</p>



<p><strong>Data:</strong> 20 de Maio, 17h00</p>



<p><strong>Formato: </strong>Online</p>



<p><strong>Destinatários: </strong>Empreendedores frutícolas, organizações de produtores, associações, cooperativas e empresas agrícolas</p>



<p>Inscrição gratuita <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=lqTIv2Dr80SAAtEdpluSFAHoYm-ta95Eue4Qs8Sj12NUREZQMVNFSTFTTEROSTNCOTZaVUtXWFVJOS4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Syngenta apresenta soluções e detalha inovação em evento em Bruxelas</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/syngenta-apresenta-solucoes-e-detalha-inovacao-em-evento-em-bruxelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No evento “Syngenta Inovação e Sustentabilidade”, que decorreu a 13 de Abril em Bruxelas, Bélgica, a empresa apresentou as soluções que disponibiliza aos agricultores e detalhou o trabalho que está a realizar no desenvolvimento de novas soluções. Este evento reuniu mais de uma centena de colaboradores e stakeholders de toda a Europa. Em destaque estiveram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No evento “Syngenta Inovação e Sustentabilidade”, que decorreu a 13 de Abril em Bruxelas, Bélgica, a empresa apresentou as soluções que disponibiliza aos agricultores e detalhou o trabalho que está a realizar no desenvolvimento de novas soluções. Este evento reuniu mais de uma centena de colaboradores e <em>stakeholders</em> de toda a Europa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="577" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-41986" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-1024x577.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-300x169.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-768x432.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-1536x865.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Servicos-Digitais-Cropwise-2048x1153.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em destaque estiveram as soluções e os serviços digitais da plataforma Cropwise, que abrange já 12 milhões de hectares e 48.000 agricultores na Europa, com a Syngenta a salientar que visam «facilitar a vida dos agricultores e melhorar a rentabilidade das suas culturas» e que ajudam a «tomar melhores decisões na gestão das culturas». Um dos serviços é o Cropwise Spray Assist, uma aplicação para <em>smartphone</em> que «ajuda a determinar, no prazo de sete dias, o melhor momento para aplicar produtos fitofarmacêuticos numa cultura, em função da meteorologia e do risco de ocorrência de pragas e doenças», mas que também «aconselha o tipo de bicos, dá recomendações sobre a calibração do pulverizador e sobre a ordem da mistura dos produtos no depósito» e permite ainda «registar o histórico das aplicações».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="747" height="1024" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-747x1024.jpg" alt="" class="wp-image-41987" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-747x1024.jpg 747w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-219x300.jpg 219w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-768x1053.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-1120x1536.jpg 1120w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-1494x2048.jpg 1494w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Maria-do-Carmo-Pereira-responsavel-pelo-portfolio-de-solucoes-biologicas-na-Syngenta-a-nivel-global-scaled.jpg 1867w" sizes="(max-width: 747px) 100vw, 747px" /></figure></div>


<p>A empresa refere que é «líder em soluções biológicas para protecção das plantas, bioestimulantes e produtos para uso eficiente dos nutrientes» e que, «depois de um forte investimento em parcerias e aquisições de empresas terceiras», está agora «focada em investigação e desenvolvimento próprios no segmento dos Biológicos». Segundo Maria do Carmo Pereira (na imagem em cima), responsável pelo portfólio de soluções biológicas na Syngenta a nível global, «estamos a avançar na inovação através de novas tecnologias, diferentes modos de acção e formulações em larga escala».</p>



<p>Neste âmbito, «uma das novas tecnologias mais promissoras e que abrirá a porta a uma nova geração de bioestimulantes na Syngenta é o Micro-RNA, ou seja, pequenas moléculas que existem nas plantas, e noutros seres vivos, controlando a expressão dos genes e modulando o RNA mensageiro», explica a empresa. «O Micro-RNA pode ser extraído de uma planta e aplicado noutra planta/cultura agrícola para que esta expresse todo o seu potencial genético usando menos recursos», acrescenta.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="751" height="1024" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-751x1024.jpg" alt="" class="wp-image-41988" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-751x1024.jpg 751w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-220x300.jpg 220w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-768x1048.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-1126x1536.jpg 1126w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-1502x2048.jpg 1502w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Anne-Azam-diretora-geral-da-Syngenta-em-Franca-scaled.jpg 1877w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></figure></div>


<p>A empresa também apresentou a «primeira variedade de trigo híbrido», designada X-Terra, que vai lançar este ano em França, com a Syngenta a garantir que estas variedades «são mais produtivas e têm melhor qualidade de grão do que o trigo convencional». «Graças ao seu sistema radicular mais forte, com 60% mais biomassa do que uma variedade convencional, o trigo X-Terra tem maior capacidade de absorver água e nutrientes nas camadas mais profundas do solo. A parte aérea da planta também é mais vigorosa, conferindo-lhe maior resistência às doenças e maior capacidade de competir com as infestantes. O enchimento da espiga é optimizado e o peso dos grãos é superior nas variedades híbridas», diz a empresa. A propósito deste anúncio, Anne Azam (na imagem em cima), directora-geral da Syngenta em França, comentou que «o trigo X-Terra surge após mais de uma década de investigação, permitindo aos agricultores produzir mais com menos factores de produção, garantindo rentabilidade e a preservação dos recursos naturais para as gerações futuras».</p>



<p>A empresa indicou igualmente que, para desenvolver produtos fitofarmacêuticos de forma mais rápida e dirigidos às necessidades dos agricultores, está a usar a abordagem MPO – «a ciência de resolução simultânea de múltiplos problemas» –, em que «os cientistas recorrem a motores de busca ultrapotentes com Inteligência Artificial [IA] incorporada, específicos da indústria química, para acelerar e melhorar o processo de investigação», nomeadamente tornando a triagem de potenciais novas moléculas «mais ágil e dirigida». De acordo com Martin Clough, responsável científico pelas áreas digital, de parcerias e sustentabilidade de protecção das culturas na Syngenta, «os modelos de IA geram estruturas moleculares completamente novas a partir do zero, que respondem a todos os requisitos em simultâneo, em apenas algumas horas, quando antes demorávamos meses». Martin Clough frisou ainda que «a IA, a ciência e a opinião dos agricultores, juntamente com a conectividade dos dados, são o futuro no desenvolvimento de novas moléculas».</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="577" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-41989" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1024x577.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-300x169.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-768x432.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1536x865.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-2048x1153.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Durante o evento, Jonathan Brown (na imagem em cima), director-geral da Syngenta na Europa, realçou que os agricultores europeus estão limitados pela falta de inovação nas ferramentas de protecção das plantas, perdendo competitividade no cenário geopolítico actual, de grande incerteza. «Desde 2019, foram retiradas do mercado europeu 89 substâncias activas e não foi aprovada nenhuma substância activa nova, enquanto o Reino Unido aprovou quatro e a Austrália aprovou 11 substâncias activas novas», referiu Jonathan Brown (na imagem em baixo, com participantes no evento oriundos de Portugal e Espanha), deixando o apelo de que a Europa se una e coloque os agricultores no centro das suas decisões.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="577" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-41990" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1024x577.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-300x169.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-768x432.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-1536x865.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Grupos-de-participantes-de-Portugal-e-Espanha-com-Jonathan-Brown-diretor-geral-da-Syngenta-na-Europa-2048x1153.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Syngenta assinala que apresentou «soluções inovadoras para responder aos problemas reais dos agricultores». Aponta ainda que está a reforçar «o seu papel como motor de inovação na Europa, integrando soluções digitais, químicas, biológicas e genéticas para uma agricultura mais sustentável», e que está a impulsionar a inovação «para enfrentar os desafios da agricultura europeia».</p>
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		<title>Compras da Mercadona a fornecedores nacionais em 2025 atingiram 1.500 M€</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/compras-da-mercadona-a-fornecedores-nacionais-em-2025-atingiram-1-500-me/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As compras de produtos alimentares realizadas pela cadeia de retalho Mercadona a fornecedores de Portugal no ano de 2025 perfizeram um total de 1.500 milhões de euros (M€). Este número foi divulgado pela empresa a propósito do Dia da Produção Nacional, assinalado a 26 de Abril, com a Mercadona a destacar, dessas compras, «os mais [&#8230;]</p>
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<p>As compras de produtos alimentares realizadas pela cadeia de retalho Mercadona a fornecedores de Portugal no ano de 2025 perfizeram um total de 1.500 milhões de euros (M€). Este número foi divulgado pela empresa a propósito do Dia da Produção Nacional, assinalado a 26 de Abril, com a Mercadona a destacar, dessas compras, «os mais de 22 milhões de litros de leite, as 43.000 toneladas de tomate, as 22.500 toneladas de carne, as 10.000 toneladas de kiwi e as 3.200 toneladas de peixe de lota».</p>



<p>O volume acumulado de compras da empresa a fornecedores nacionais desde 2019 – ano em que abriu a sua primeira loja em Portugal (no distrito do Porto) – até 2025 atingiu os 6.000 M€, «consolidando o projecto no país, assente no crescimento partilhado e na aposta da marca no sector primário português», diz a Mercadona. Segundo a empresa, «este volume de compras acompanha o crescimento que a empresa tem em Portugal, garantindo o abastecimento diário das mais de 70 lojas em território nacional, e também de diversas lojas em Espanha».</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="614" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional-1024x614.jpg" alt="" class="wp-image-41962" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional-1024x614.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional-300x180.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional-768x461.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional-1536x921.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/260424_Infografia_Dia-da-Producao-Nacional.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Mercadona assinala que todos estes números reflectem também o seu «compromisso firme» com o sector agroalimentar português, «revelando a importância que a empresa atribui ao desenvolvimento socio-económico e a aposta no mercado nacional», mantendo um caminho de desenvolvimento de «uma cadeia agroalimentar cada vez mais sustentável». A marca de retalho indica que a relação com fornecedores e interfornecedores nacionais especialistas se iniciou antes de a empresa ter chegado a Portugal, que, em 2025, «continuou a reforçar, por mais um ano, o seu modelo de relação com fornecedores e interfornecedores especialistas com os quais colabora», e que «este modelo procura que todos os elos da cadeia saiam a ganhar e baseia-se na transparência, no fomento da confiança e na relação a longo prazo».</p>



<p>A Mercadona salienta que, «juntamente com os seus fornecedores e interfornecedores especialistas, continua a criar um ecossistema empreendedor que é motor de crescimento e que cria valor nas zonas onde desenvolve a sua actividade», acrescentando que as compras a fornecedores especialistas são «fundamentais» na sua estratégia de «oferecer um sortido de qualidade contundente que responda às expectativas dos “Chefes”» (designação interna dos clientes). A empresa de supermercados frisa também que, como resultado da «parceria» com os seus fornecedores, vários deles «estão a realizar investimentos estratégicos para acompanharem a evolução do crescimento da Mercadona», procurando, desta forma, «melhorar a sua eficiência, bem como novas oportunidades de inovação».</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="683" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-41963" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-1024x683.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-300x200.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-768x512.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-1536x1024.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Trabalhadores-Mercadona-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>De acordo com Pedro Barraco, director da Cadeia Agroalimentar da Mercadona em Portugal, o crescimento que a empresa tem feito nas compras a fornecedores portugueses «revela a importância que a Mercadona atribui aos fornecedores e interfornecedores especialistas, de Norte a Sul e ilhas, que colaboram diariamente para o abastecimento contínuo e de qualidade das mais de 70 lojas existentes em Portugal». Pedro Barraco destaca ainda que «esta aposta da empresa não se esgota apenas no consumidor português»: «Temos, actualmente, muitos fornecedores e interfornecedores portugueses que já abastecem as lojas em Espanha, o que revela a qualidade dos produtos produzidos a nível nacional».</p>



<p>Em 2025, a Mercadona realizou um investimento total de 140 M€ em Portugal, atingiu um volume de vendas de 2.092 M€ (mais 18% do que em 2024) e obteve um lucro de 26 M€. A empresa, que tem actualmente 7.500 trabalhadores e 72 lojas em funcionamento no país, já abriu este ano uma loja na cidade de Lisboa (no Lumiar, a 24 de Fevereiro), uma loja na cidade de Viseu (a 9 de Abril) e uma loja no distrito de Castelo Branco (na Covilhã, a 16 de Abril) e vai abrir em 2026 as primeiras lojas nos distritos de Faro (em Portimão, no mês de Outubro), Beja e Vila Real.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="614" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha-1024x614.jpg" alt="" class="wp-image-41964" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha-1024x614.jpg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha-300x180.jpg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha-768x461.jpg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha-1536x922.jpg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Mercadona-Covilha.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>O Melro conquista segunda estrela Lean &#038; Green</title>
		<link>https://www.flfrevista.pt/o-melro-conquista-segunda-estrela-lean-green/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa portuguesa O Melro, que se dedica à produção de fruta desde 1983 e que também tem actividade industrial e logística, conquistou recentemente a sua segunda estrela Lean &#38; Green pelos seus esforços ao nível da sustentabilidade e da descarbonização. A Lean &#38; Green é uma certificação ambiental promovida pela plataforma europeia Lean &#38; [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt/o-melro-conquista-segunda-estrela-lean-green/">O Melro conquista segunda estrela Lean &#038; Green</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.flfrevista.pt">FLFRevista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A empresa portuguesa O Melro, que se dedica à produção de fruta desde 1983 e que também tem actividade industrial e logística, conquistou recentemente a sua segunda estrela Lean &amp; Green pelos seus esforços ao nível da sustentabilidade e da descarbonização. A <a href="https://gs1pt.org/lean-green-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lean &amp; Green</a> é uma certificação ambiental promovida pela plataforma europeia Lean &amp; Green, que visa a redução de emissões de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) associadas às operações logísticas e de transportes, sendo a associação empresarial multissectorial GS1 Portugal a entidade responsável pela iniciativa Lean &amp; Green no nosso país.</p>



<p>Segundo a GS1Portugal, a estrela Lean &amp; Green foi atribuída à O Melro pelo «percurso consistente que tem feito na redução de emissões associadas à sua actividade e reforço de eficiência energética», acrescentando que a empresa «tem vindo a apostar de forma contínua em soluções mais sustentáveis, com um foco claro na melhoria da eficiência da sua operação e redução do impacto ambiental na cadeia de valor». «Em 2019, O Melro instalou pela primeira vez painéis fotovoltaicos, o que permitiu uma redução de 20% nas emissões de carbono. Este primeiro passo resultou na atribuição da primeira estrela Lean &amp; Green pela GS1 Portugal. Nos anos seguintes, O Melro reforçou o investimento na produção de energia renovável, aumentando a sua autonomia energética para 42% e aprofundando a colaboração com os seus parceiros de distribuição, num trabalho conjunto que foi determinante para alcançar agora a segunda estrela Lean &amp; Green», explica a GS1 Portugal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="771" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2-1024x771.jpeg" alt="" class="wp-image-41901" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2-1024x771.jpeg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2-300x226.jpeg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2-768x578.jpeg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2-1536x1156.jpeg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>De acordo com a entidade responsável pela certificação Lean &amp; Green em Portugal, O Melro atingiu «58% de autonomia energética» e «vê reconhecida por uma auditora independente uma redução de mais de 30% de emissões de CO<sub>2</sub> em âmbito logístico e de transporte». A propósito da atribuição desta certificação, João Paula, administrador d’ O Melro, afirma que «conquistar a segunda estrela Lean &amp; Green mostra que a sustentabilidade faz parte do trabalho diário d’O Melro» e que «o investimento em energia solar, a aposta na eficiência energética e o alinhamento com os nossos parceiros têm sido fundamentais para chegarmos aqui e são também a base do caminho que queremos continuar a seguir».</p>



<p>Paulo Gomes, director-geral da GS1 Portugal, diz que «a evolução d’ O Melro é um exemplo claro de como a prioridade atribuída à descarbonização, quando alicerçada em iniciativas concretas e na monitorização rigorosa do desempenho, se traduz em progresso real e mensurável». «O programa Lean &amp; Green reconhece precisamente este tipo de compromisso, não apenas de definição de metas, mas a capacidade de demonstrar o seu cumprimento de forma sustentada e contínua», refere ainda.</p>



<p>A GS1 Portugal indica que 36 empresas em Portugal participam actualmente na iniciativa Lean &amp; Green. A entidade salienta ainda que a Comissão Europeia «reconhece» esta iniciativa como «uma boa prática para a descarbonização no sector».</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="576" src="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-41902" srcset="https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3-1024x576.jpeg 1024w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3-300x169.jpeg 300w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3-768x432.jpeg 768w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3-1536x864.jpeg 1536w, https://www.flfrevista.pt/wp-content/uploads/2026/04/O-Melro_3.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Clube de Produtores Continente compra 650 milhões de euros à produção nacional em 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro-Negócio]]></category>
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<p>No âmbito do seu compromisso com a produção nacional, o Clube de Produtores Continente (CPC) registou um volume de compras de 650 milhões de euros em 2025, assegurando o escoamento regular de mais de 281 mil toneladas de produtos de origem nacional.<br>«Contribuindo para a estabilidade económica e a competitividade dos produtores, o CPC valorizou de forma estruturada 366 de produtores de norte a sul do país e Madeira, garantindo a presença consistente de produtos de origem nacional em todas as lojas Continente, nas principais categorias», lê-se num comunicado.<br>Com forte peso nos produtos frescos e em áreas estratégicas para o consumo das famílias, a padaria assume a maior representatividade destas compras, com 33%, seguindo-se lacticínios, com 29%, categoria que tem registado um crescimento exponencial nos últimos anos. Destacam-se ainda as categorias de talho (23%), charcutaria e queijos (23%) e vinhos e espirituosas (21%).<br>De acordo com Ondina Afonso, presidente do CPC, «os resultados alcançados em 2025, que superam os de 2024, são motivo de grande orgulho para todos nós e refletem, acima de tudo, a dedicação de uma equipa sólida e comprometida em garantir diariamente os melhores produtos à mesa dos consumidores. Este trabalho é suportado em conhecimento técnico-científico e alinhado com as tendências de consumo, reforçando o papel do CPC como agente activo no desenvolvimento económico e sustentável do país. É um sucesso colectivo, construído com visão, colaboração e confiança no futuro da produção nacional».</p>



<p>A par do impacto económico, o CPC tem apostado continuamente no conhecimento, na inovação e na sustentabilidade, «desenvolvendo iniciativas de formação e capacitação nas melhores práticas produtivas, como a agricultura regenerativa, promovendo a biodiversidade e incentivando a utilização de matérias-primas certificadas de origem sustentável. Adicionalmente, contribui para a criação de emprego, potencia projectos inovadores e apoia a fixação de população nas zonas rurais».<br>Fundado em 1998, o CPC valoriza relações de proximidade e confiança com os produtores. Conta com especialistas por categoria que trabalham diariamente para «assegurar a disponibilização de produtos nacionais frescos, produzidos com elevados padrões de qualidade e segurança, aos consumidores».<br>Recorde-se que o Clube de Produtores Continente estabeleceu uma Declaração para a Sustentabilidade baseada em 11 princípios e alinhada com o 12º objectivo da ONU, com a estratégia Europeia do Prado ao Prato, e com o Roteiro para Neutralidade Carbónica 2050 do Ministério do Ambiente e da Transição Energética.</p>
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