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CAP promove a 12 de Janeiro sessão sobre propostas dos partidos para o sector

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) realiza a 12 de Janeiro, a partir das 15h00, uma sessão de esclarecimento, em formato virtual, para «elucidar os seus associados sobre as linhas de acção» relativas ao sector agrícola que os partidos vão apresentar nos respectivos programas de Governo para as eleições legislativas antecipadas. Para o efeito, a CAP endereçou um convite aos principais partidos políticos que concorrem às eleições de 30 de Janeiro.

O debate contará com os representantes que cada partido designar e terá lugar na sede da CAP, em Lisboa, presencialmente, sendo transmitida online em directo. A confederação indica que informará atempadamente quais os intervenientes designados pelos partidos políticos para estarem presentes na sessão de esclarecimento e o link para participar neste debate.

«Depois de anos em que a agricultura perdeu a preponderância na acção e no discurso políticos – o que se traduziu, na última legislatura, no esvaziamento do Ministério da Agricultura e na dispersão de pastas fundamentais por diferentes tutelas, nomeadamente para o Ministério do Ambiente, como foi o caso das florestas, dos animais ou da gestão da água –, importa aferir as medidas prioritárias que os diferentes partidos políticos que concorrem às eleições propõem dirigir ao sector agrícola», explica a CAP. «Num momento tão decisivo para a agricultura e para o País como aquele em que nos encontramos – após a revisão da Política Agrícola Comum e em plena fase de apresentação do PEPAC (Programa Específico da Política Agrícola Comum para Portugal) e quando está prestes a arrancar o novo Quadro Financeiro Plurianual, até 2027 –, a CAP considera crucial o esclarecimento dos agricultores portugueses sobre as propostas políticas que vão a eleições no final de Janeiro.»

Para a CAP, «Portugal e a agricultura necessitam de uma visão política de longo prazo, que reflicta aquelas que são as prioridades de desenvolvimento para o País e para a economia e que não ignore uma parte fundamental do território nacional, o mundo rural». «Portugal e a agricultura precisam de uma estratégia que não imponha ao sector a actual carga fiscal, condenando-o à asfixia e à baixa competitividade. A agricultura portuguesa tem de assumir a sua centralidade na acção política», acrescenta a entidade.

A propósito desta iniciativa, o presidente da CAP, refere que «o mundo rural e a agricultura exigem que os partidos que concorrem às próximas eleições apresentem aquela que é a sua visão para o sector e as medidas que consideram fundamentais para apoiar uma actividade económica que é vital para a economia e que tem dado um contributo muito relevante para as exportações nacionais». «O que pedimos é que, com transparência, nos esclareçam sobre aquele que consideram que é o papel do sector agrícola na economia e na sociedade e a visão que têm para o seu futuro, quais as prioridades em termos de investimento com vista à sua competitividade e que medidas devem ser tomadas para garantir a valorização da actividade e dos agricultores», conclui Eduardo Oliveira e Sousa.

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