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PortugalFoods promove webinar dedicado à embalagem do futuro

O mundo mudou a partir do ano de 2020. Realidades urgentes, deram origem a transformações quase imediatas e isso reflectiu-se também nos comportamentos dos consumidores a nível global. A mudança de comportamentos, de estilos de vida, de hábitos de consumo e um novo entendimento sobre o impacto do consumo no planeta são oportunidades de desenvolvimento daquele que é um dos aspectos fundamentais de qualquer produto: a Embalagem.

Estas foram algumas das conclusões do webinar “Embalagem: Tendências e Oportunidades”, que se realizou no dia 1 de Junho e que está integrado no projecto PortugalFoods_Qualifica, que tem como objectivo sensibilizar e dinamizar o tecido empresarial do sector agroalimentar nacional para os desafios do futuro, através da partilha de conhecimento e divulgação de tendências e boas práticas em temas relacionados com Inovação Tecnológica, a Indústria 4.0, a Economia Circular, a Economia Digital e a Literacia Financeira.

Ainda que possa ser pouco considerada por alguns, a realidade é que a embalagem é o primeiro contacto físico de qualquer produto com o consumidor. Soluções funcionais, que se apresentem com formatos que privilegiem comodidade e conveniência (em função e em preço) e que transmitam valores intrínsecos (como os relacionados com a ação responsável das marcas) são oportunidade para conquistar a atenção do consumidor e fazer mudar a sua decisão no momento da compra.

O valor acrescentado que a embalagem pode gerar

Qualidade, segurança e preço devem ser dados adquiridos na apresentação de produtos para os consumidores pós-pandemia. Se o sentimento de segurança e a qualidade são inquestionáveis e o preço um dos factores determinantes no momento de decisão, a embalagem pode acrescentar valor a esta equação. O entendimento do consumidor mudou e a embalagem encerra em si a capacidade de transmitir os valores de segurança, conveniência e acessibilidade de preço.

No entanto, além destes critérios primários, que o consumidor privilegia nos produtos elementares, continuam a existir os desejos mais indulgentes, os aspiracionais. Nesses, o consumidor está disposto a investir mais um pouco, desde que lhes reconheça as qualidades que aumentam o seu valor no momento da decisão, por exemplo, através de embalagens que permitam uma maior durabilidade dos produtos, uma melhor preservação ou arrumação.

As oportunidades para responder às motivações e necessidades do consumidor passam por novos modelos de apresentação do produto no ponto de venda e pelos formatos económicos, destacando igualmente os atributos de segurança e higiene. Não são de desconsiderar os atributos relacionados com a responsabilidade ambiental das embalagens e seus formatos.

O passado recente levou os consumidores a adoptarem novos comportamentos, por opção ou por necessidade. Durante a pandemia, o consumo centrou-se muito nos produtos essenciais, pelo que existe uma apetência latente por produtos que aumentem o sentimento de satisfação pessoal, de recompensa. Por esses, o consumidor estará disposto a entregar um pouco mais, desde que reconheça o valor do produto face ao seu preço. Uma das formas de evidenciar este valor é na embalagem.

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