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Independência energética na agricultura

( Artigo publicado na edição de Março por José Pedro Salema, Presidente do Conselho de Administração da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva)

“A energia – capacidade de produzir trabalho ou acção – é usada sob várias formas nos sistemas agrícolas, contudo nem todas têm o mesmo impacto negativo ou pegada no meio ambiente. O gasóleo é o combustível fóssil mais frequente nas máquinas agrícolas e cada litro, quando queimado, oferece um valor energético de 36 MJ (ou cerca de 10 kWh) e liberta 2,6 kg de dióxido de carbono na atmosfera. Segundo os dados da DGEG, em 2019 o consumo de gasóleo agrícola em Portugal foi de 306 mil toneladas, que terão emitido 932.708.100 kg de CO2! Uma forma de reduzir este impacto do uso dos motores a diesel, para além do aumento da sua eficiência, pode passar pelos biocombustíveis e/ou pela reutilização de óleos usados. Se a primeira alternativa tem de ser devidamente quantificada com análises de ciclo de vida para perceber o real impacto, a segunda é fácil, está testada e tem impactos adicionais muito reduzidos. Mas a verdadeira revolução virá com a substituição dos motores diesel pelos eléctricos, que são cerca de três vezes mais eficientes, dispensam manutenção, têm binário constante, são silenciosos e não emitem qualquer gás com efeito de estufa…”

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