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Mercadona apresenta prioridades na segurança alimentar

Da vigilância dos produtos cosméticos à escolha de carnes, peixe, frutas e legumes, o Comité Científico Consultivo da Mercadona tem colaborado com todas as secções para garantir a segurança alimentar dos produtos que vende nas suas lojas.

Composto por seis investigadores de renome no campo da nutrição, biotecnologia, saúde de plantas e animais, microbiologia, toxicologia e cosméticos, este Comité presta consultoria externa, científica e independente há 16 anos.

O Pronto a Comer, uma das mais recentes inovações que a empresa de supermercados trouxe para Portugal, é exemplo do processo onde estes investigadores têm um papel determinante. Num encontro com jornalistas em Madrid, o microbiólogo Andrés Otero explicou que em todos os processos da Mercadona é assegurada a «saúde microbiológica dos produtos», o que no caso do Pronto a Comer significou a vigilância de produtos e de processos: como se transportam os alimentos, que instalações os vão receber e cozinhar, que práticas devem seguir os trabalhadores na confecção dos produtos. Depois desta análise, foi desenhado um sistema para que cada etapa seja cumprida todos os dias e o modelo esteja preparado para resolver qualquer problema pontual.

O objectivo principal da Mercadona é antecipar problemas, como explicam num comunicado. A consultoria externa independente, científica, transparente e reconhecida a nível internacional fornece à empresa um suporte técnico inestimável para garantir a qualidade e a segurança alimentar dos seus produtos. Adicionalmente, o contacto com estes especialistas motiva as equipas a serem proactivas nas mudanças e seguir em frente.

A fraude devido a misturas impróprias de componentes é outra das prioridades da investigação destes especialistas, que apostam na análise dos componentes e amostras de um produto de origem vegetal e animal.

O esforço da Mercadona na garantia da segurança alimentar tem crescido. Com a recente aposta em parceiros especialistas em produto, o leque de fornecedores a analisar aumentou consideravelmente. O foco está na rastreabilidade, ou seja, todo o processo desde a origem do produto até chegar à mesa dos Chefes.

Num contexto de consumidores cada vez mais exigentes e de novas tendências nutricionais, os investigadores debatem e orientam a Mercadona sobre temas como os superalimentos. Por outro lado, a segurança alimentar e a qualidade dos produtos também passam pela etiquetagem: o Comité Científico Consultivo tem colaborado com o Departamento de Prescrição da Mercadona para garantir que o Chefe acede a informação clara e visível.

O Comité Científico Consultivo da Mercadona reúne de seis em seis meses, mantendo encontros frequentes com o departamento de Qualidade da empresa.

(Na foto) Andreu Palou, Andrés Otero, Luis Pla, María Pilar Vinardell, Juan José Badiola, Arturo Anadón e Daniel Ramón

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