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CAP realiza Conselho de Presidentes em Tomar

Durante a tarde de hoje, 25 de Novembro, e amanhã de manhã, 26 de Novembro, decorre em Tomar, no Hotel dos Templários, o Conselho de Presidentes 2019. Organizada pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), esta iniciativa comemora o 44.º aniversário da entidade e visa constituir um «momento de reflexão sobre a actualidade da agricultura portuguesa».

No Conselho de Presidentes 2019, que conta com actuais e antigos líderes da confederação, estarão presentes mais de 250 associados da CAP, bem como o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no dia 26 de Novembro, e a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, no dia 25 de Novembro. Este é o oitavo Conselho de Presidentes promovido pela entidade.

Além de um balanço das actividades da confederação nos seus 44 anos de vida, o evento «servirá para lançar os eixos de actuação da CAP para a próxima década, numa altura em que se joga, na União Europeia, o futuro da Política Agrícola Comum (PAC)», refere um comunicado. Em foco, vão estar temas actuais como o Brexit e os acordos comerciais internacionais em curso, também vão existir momentos de reflexão sobre a PAC ou a convergência do sector no contexto da União Europeia, assim como intervenções dos antigos Presidentes da CAP, José Maria Queiroga e João Machado.

Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Direcção da CAP, sublinha que «a história da CAP, que é também a história da democracia portuguesa, é feita de desafios e lutas constantes». «É importante neste Conselho, onde estarão presentes os nossos associados, o Sr. Presidente da República e a Sra. Ministra da Agricultura, que assumiu recentemente esta pasta tão importante, complexa e desafiante, dar conta daquele que tem sido o nosso papel desde 1975. Dos tempos da Reforma Agrária à luta pela integração da agricultura portuguesa na Europa, do seu papel crucial na Concertação Social à reivindicação de medidas que defendem os interesses económicos dos agricultores e lhes garantam uma vida digna e de qualidade, a CAP tem prosseguido, desde sempre, um caminho de diálogo e de abertura, mas intransigente relativamente à defesa da agricultura nacional e dos agricultores portugueses, perante as instituições oficiais, nacionais e europeias, e a sociedade em geral.»




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