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Acrescentar valor à marca Portugal

As Tertúlias Agronómicas da Frutas, Legumes e Flores voltaram, ao Chiado, em Lisboa, no dia 2 de Julho. Ter escala ou trabalhar produtos de nicho foi a temática que mais discussão gerou. A reter a ideia de que «precisamos acrescentar valor à marca Portugal», sublinhou Mariana Matos, secretária-geral da Casa do Azeite.

A exportação e os apoios comunitários também estiveram em foco neste encontro de final de tarde. José Burnay, director da Campotec, relembrou que há duas décadas «a produção que havia estava pulverizada», porque os produtores não estavam organizados. Depois de um longo processo de conquista do mercado externo e de, em 2014, se ter atingido um valor de exportação de hortofrutícolas de 1,1 mil milhões de euros, o produtor defendeu que é tempo de «explorar novos mercados».

Por seu turno, Gabriela Ventura, gestora, afirmou que «nenhuma empresa, nem neste sector nem noutro, vive só de exportações». Como ex-gestora do Proder – Programa de Desenvolvimento Rural 2007-2014, Gabriela Ventura salientou que «o mérito [do sucesso da execução a 100% do Proder] está no sector», já que o «programa dependia muito da execução do investimento privado». As frutas, os hortícolas e as flores foram «as estrelas do investimento», adiantou a gestora que fez questão de sublinhar que o sucesso não pode ser desculpa para menos exigência ou «o estoiro é maior».

O marketing e comunicação foram tema trazido pelo sub-director do jornal Expresso e director da revista Exame, João Vieira Pereira, que sublinhou a necessidade de as empresas comunicarem, o que ainda não acontece com frequência. O jornalista disse ainda que hoje em dia a agricultura é um «tema sexy» para os meios de comunicação social.

Saiba mais sobre as Tertúlias Agronómicas na edição de Julho/Agosto (número 154) da Frutas, Legumes e Flores.

A guitarra portuguesa e o Fado abriram a 2.ª edição das Tertúlias Agronómicas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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