O Tribunal de Contas da União Europeia recomenda que o sistema de direitos de plantação da vinha em vigor no espaço comunitário deve manter e que o grupo de trabalho criado para avaliar a situação deve examinar «as graves consequências da liberalização dos direitos de plantação e inverter a decisão tomada em 2008» pela Comissão Europeia. A Copa-Cocega, entidade que representa as cooperativas europeias, apoia a posição do Tribunal Europeu, acrescentando que os direitos de plantação devem continuar para todos os tipos de vinhos. Por último defende que são necessárias medidas que adequem a oferta à procura para estabilizar o mercado e evitar e/ou reduzir a volatilidade dos preços. Aquele órgão judicial defende também a criação de um Observatório do Mercado do Vinho que informe sobre a situação do mercado global e europeu. Entre 2009-2013 foram arrancados 160.000 hectares de vinha e reestruturados e reconvertidos 177.000 hectares na União Europeia. Cerca de 94% das explorações vitícolas têm menos de 5 hectares.