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Comissão Europeia traça perfil de jovens agricultores portugueses

Utilizam o modo de produção biológico (30,1%); têm, em média, 34.1 anos; e educação superior (71,2%).  Foi esta a conclusão a que a Direcção-geral de Agricultura da Comissão Europeia chegou em 2015, depois de entrevistar 75 jovens agricultores portugueses.

Sobre as questões que consideram mais problemáticos, a maioria das respostas estava de acordo com as dadas pelos outros jovens agricultores europeus. No entanto, os trabalhos sazonais, a mão-de-obra qualificada, o acesso aos seguros, a cursos e ao crédito são as preocupações mais prementes para os jovens nacionais.

Quando questionados sobre o acesso à informação a maioria referiu uma ampla mistura de fontes, das quais, as feiras, cursos agrícolas e redes sociais. A falta de tempo foi apontada como o principal obstáculo ao acesso à informação, seguida pelas dificuldades de custo e linguagem.

Em relação ao resto da União Europeia, 13,8% dos jovens agricultores dedica-se à agricultura biológica, têm, em média, 29.4 anos e 43,9% possui educação superior. No total, foram entrevistados 2.205 jovens agricultores europeus com menos de 40 anos.




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