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«Portugal tem produto de extrema qualidade a preços competitivos»

A expressão é de Antoni Valls, director-geral da Alimentaria Exhibitions em Barcelona (Espanha) e na edição deste ano da Alimentaria&Horexpo Lisboa é parceira na organização.

O responsável salientou  a «reconceptualização» da feira – que decorre de 22 a 24 de Novembro na Feira Internacional de alimentaria2015_apresentacaoLisboa (FIL) –  e destacou que nesta edição o enfoque estará na internacionalização. «Portugal tem produto de extrema qualidade a preços competitivos e está num crescimento de exportações notável», disse à Frutas, Legumes e Flores à margem da apresentação da feira que decorreu a 17 de Julho em Lisboa.

Antoni Valls sublinhou ainda a Alimentaria&Horexpo «tem de servir como plataforma de exportação». Nesse sentido, juntamente com a Associação PortugalFoods, prevêem trazer a Lisboa «sensivelmente 110 importadores». «A feira tem musculo financeiro próprio que está focalizado em atrair os mercados que neste momento são de principal interesse para as empresas portuguesas, tais como mercados dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), e aqueles que valorizam produtos gourmet, como Estados Unidos da América e Canadá».

A Alimentaria&Horexpo, até aqui focada no sector profissional, abre este ano portas ao consumidor final. A Alimentaria Experience será um espaço de conhecimento e degustação dos produtos nacionais, uma experiência que pode ter continuidade na PortugalAgro – Feira Internacional das Regiões, da Agricultura e do Agro-alimentar, certame do sector agro-alimentar português que decorre em 2015 pela segunda vez. A PortugalAgro ocupa também pavilhões da FIL entre os dias 21 e 23 de Novembro.

Na apresentação de ambos os certames na Sala Ogival da ViniPortugal, no Terreiro do Paço, a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, destacou o crescimento das exportações do sector agro-alimentar, que no ano passado chegaram aos 5,6 mil milhões de euros, e estas feiras devem também servir para os portugueses conhecerem o que se faz cá dentro. «Enquanto portugueses, precisamos consumir mais produtos portugueses», disse a governante.

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